Vencendo a crise financeira
ESCRAVIDÃO FINANCEIRA, SAINDO DELA DE UMA VEZ POR TODA!!!
Um “escravo” no sentido espiritual é quando há algo que toma o lugar de Deus em sua vida. A escravidão financeira, então, existe quando o dinheiro e as finanças ocupam em nossa existência diária o lugar de prioridade que corresponde ao Criador. Como diz a Palavra, o amor ao dinheiro traz os seguintes sintomas mais comuns da escravidão espiritual financeira: 1. Preocupação excessiva pelas finanças A pessoa em escravidão financeira está num nível de pressão econômica tal, que não pode tirar as finanças da cabeça. Está no lar e está preocupado com as finanças, está no trabalho e está pensando nas finanças, está dirigindo seu carro e calculando seu estado econômico no banco, come e está pensando como fazer seus pagamentos… É um estado de nervos. 2. Desgosto, ira e mau humor Como a preocupação financeira o pertuba o tempo todo, fica de mau humor. Grita, está nervoso, incomoda-se por tolices e mais vale “chutar o balde”. 3. Avareza Como está tão preocupado e mal humorado, isto reflete em seu caráter. Ao ver alguem ajudando outra pessoa em dificuldade, ele reage egoistamente dizendo que sua situação está pior e cada um leve suas próprias dificuldades. 4. Ressentimento O ressentimento pode ser originário de um mau negócio. Pode também estar dirigido à sociedade ou à igreja por ser culpadas por não ajudá-lo a sair desta situação em que se encontra. O ressentimento leva quase seguramente à amargura e à miséria espiritual. 5. Indulgência Creia ou não, o indivíduo que está sob grandes pressões econômicas é o primeiro a cair na indulgência. Sabe que não pode pagar por um luxo, mas de qualquer maneira dá um jeito porque ” eu mereço”. Preciso de umas férias diz o indulgente, e compra um pacote de viagem. De repente, poderia ter ido visitar um parente que fica duas horas de viagem de sua casa e tivesse descansado igual. Mas o indulgente vai viajar, toma um cruzeiro pelo Caribe, compra um novo computador ou traz um carro “zero quilômetro” à casa. Após dar a notícia a sua esposa, esta fica mais preocupada, mas acha que também merecem apesar do sufoco em que estão. 6. Inadequada manutenção da vida financeira A pessoa que está em escravidão financeira não sabe para onde foi o dinheiro. Chega fim do mês e não tem idéia de como gastou o salário. A área dos “gastos gerais” é como um grande buraco negro em seu universo financeiro: o dinheiro que cai ali, só Deus sabe a onde vai parar! Vem as “faturas surpresas” e o desequilibran. Sabe que seu salário deve atingir, mas não sabe por que “fica mais curto” cada mês. Se você se identifica com alguns destes sintomas, há 02 ou 03 coisas que pode você fazer: PRIMEIRO: TRANSFIRA A PROPRIEDADE DE SUAS POSSES A DEUS. Não é questão de orar e dizer a Deus que toda sua vida é Dele. Você deve começar a atuar como administrador dos bens que Deus lhe deu e não como o dono de suas propriedades. “O que confia em suas riquezas cairá”, diz Provérbios 11:28. Você provavelmente tenha que tomar algumas decisões difíceis num futuro próximo, e se você é “dono” de suas posses, de sua casa ou de seu negócio, não poderá tomar essas decisões com liberdade. SEGUNDO: ACEITE A DIREÇÃO DE DEUS EM SUA VIDA. A Palavra de Deus diz: “Confie no SENHOR de todo o seu coração e não se apóie em seu próprio entendimento; reconheça o SENHOR em todos os seus caminhos, e ele endireitará a as suas veredas” (Provérbios 3:5-6). Comece a procurar na Palavra de Deus (e não só em seus assessores financeiros), qual é o caminho que Deus quer que você tome. Permita que o Espírito Santo lhe fale, não através de “sentimentos”, mas através da Palavra. Recorde que nosso coração é enganoso. Não se deixe levar por “desejos”. Assegure-se de que suas decisões estão alicerçardas na eterna Palavra de Deus. TERCEIRO: ESTABELEÇA PRIORIDADES FAMILIARES CORRETAS. Apesar da falta de espaço para desenvolver este tema, convém, pelo menos, deixar um resumo com os pontos principais. Recorde que o Salmo 127 adverte que a não ser que Deus edifique nossas vidas, estamos trabalhando em vão. O 2º versículo diz: “Será inútil levantar cedo e dormir tarde, trabalhando arduamente por alimento. O SENHOR concede o sono àqueles a quem ele ama”. Coloque Deus em primeiro lugar em sua vida. Não à igreja nem às atividades. Sua relação com Deus deve ser sua prioridade número um. Depois de sua relação com Deus vem a relação com sua esposa (Efésios 5:22, 25). Recorde que você se casou com seu cônjuge e não com seus filhos (nem com o chefe de seu trabalho!). Muitos problemas surgem quando ignoramos o ensino bíblico de que devemos deixar a nossa mãe e a nosso pai para nos unir a nossa esposa ou esposo como se fôssemos uma só carne. Em terceiro lugar vem a responsabilidade com seus meninos (Efésios 6:4 e Deuteronômio 6:6-9). Finalmente, sua responsabilidade com o trabalho (1 Timóteo 5:8) e/ou com o ministério (Colossenses 4:17 e 1 Timóteo 3:2-5). Recorde que se você é um ministro, pastor ou líder, você pode ter família ainda que seu ministério não ande bem; mas não pode ter ministério se sua família não anda bem! O ministrar efetivamente a nossas famílias é um requisito primordial para poder ministrar na obra do Senhor. As igrejas deveriam exigir que seus pastores tirassem dias livres semanalmente e saissem de férias pelo menos uma ou duas vezes no ano. Se você é um trabalhador, note que sua esposa é número dois, seus meninos (ou meninas) número três e o trabalho está em quarto lugar. Se sua esposa ou seus meninos estão sofrendo por causa de seu trabalho, quem deve ceder? quem vai sacrificar? Não é fácil viver de acordo com as prioridades bíblicas. Pode ser que signifique ter que mudar de atividade trabalhista, trabalhar menos, receber menos rendimentos, possuir uma casa mais pequena ou ter um carro mais velho. Mas se você começa a viver com prioridades familiares corretas, se aceita a direção de Deus para sua vida e se converte num bom administrador dos bens, do tempo e das relações que Ele te concedeu, você fará parte de uma exclusiva minoria de pessoas que podem dizer, com alegria em seus olhos, que são livres não das preocupações diárias, mas da escravidão das finanças! DEUS NOS CONCEDA A SABEDORIA , A UNÇÃO DE ADMINISTRAR E DE ADQUIRIR RIQUEZAS. EM NOME DE JESUS, AMÉM


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